O Streaming é mais que uma tendência, é uma realidade com a qual todos precisamos nos adaptar e entender a importância para o mundo contemporâneo. Inclusive alguns modelos de negócio, como a televisão por assinatura, assim como explica Maurício Almeida, sócio-fundador da Watch Brasil, na matéria “Streamings em 2020 e o declínio da TV paga”, para o Meio e Mensagem.

O sucesso do lançamento da Disney+ no mercado de streaming americano, com dez milhões de assinantes já no primeiro dia e uma meta de 60 a 90 milhões de assinantes em todo mundo até 2024, demonstra o grande potencial de crescimento desse mercado mundialmente. Sim, é claro que estamos falando de um estúdio que tem nada menos do que Marvel e Pixel em seu portfólio, é dono da Fox e da ESPN, e investiu US$ 100 milhões para o lançamento com a série The Mandalorian, do núcleo Star Wars.

Embora a Disney+ só pretenda chegar à América Latina em 2021, é fato que a empresa marca uma explosão de conteúdo desse tipo para o mundo. Somando Disney+, Apple TV+, Amazon Prime Video e Netflix, estima-se que 800 novas séries de streaming vêm sendo produzidas para 2020. Basicamente, estamos falando de uma quantidade de conteúdo que, para um consumidor médio assistir, levaria cerca de cinco anos. E, nessa conta, nem estamos falando de HBO Max, Peacock da NBCU, Warner, Universal, BBC, Sony, Paramount+ e muitos outros.”

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