provedores locais

Notícias: Estudo indica que provedores locais possuem a preferência dos consumidores

Melhor atendimento, maior agilidade na resolução de problemas e melhor relacionamento com o consumidor. Esses são apenas alguns dos fatores que fazem com que provedores locais tenham a preferência dos usuários, diz pesquisas.

De acordo com a ANATEL, cerca de 28,7 milhões de lares brasileiros contam com serviços de banda larga fixa. Desse total, aproximadamente 4 milhões de assinantes são atendidos por provedores locais de menor porte, tipo de empresa que tem ganhado cada vez mais a atenção dos consumidores.

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Para entender um pouco mais sobre essa mudança no comportamento do usuário, listamos algumas informações que favorecem o crescimento do interesse pelos provedores locais. Confira:

Provedores locais: Fatores que favorecem seu crescimento

Com base no estudo realizado pelo International Data Corporation (IDC), encomendada pela Associação Brasileira de Softwares (ABES), estima-se que os provedores locais apresentaram aumento de 5% no volume total de conexões de banda larga fixa no Brasil em 2019.

Indicando um aumento no interesse do brasileiro pelas empresas de menor porte.Nesse sentido, cabe aos empresários do segmento entender os fatores que podem tornar seus serviços ainda mais atrativos.

  1.   Infraestrutura de provedores locais: Provedores locais devem sempre estar atentos a possíveis melhorias em infraestrutura, expansão de atendimento  e investimento em novas tecnologias. Afinal, esse é um dos pilares que proporcionam aumento da percepção de qualidade perante seus usuários. Com a entrada de novas assinaturas é importante priorizar ações como:
  2.       Métricas de suporte Entender as relações que chegam através dos canais de atendimento deve ser uma constante. Afinal, essa é uma das melhores formas de tratar as deficiências que a empresa possui. O monitoramento deve ser considerado uma oportunidade de melhorar a eficiência da entrega do serviço.
  3.       Atendimento humanizado: Proporcionar qualidade no atendimento é um dos pilares para garantir uma experiência positiva do cliente com sua marca. Por este motivo, é importante oferecer um tom diferenciado, treinamentos para reduzir o volume de reclamações, além de pensar em estratégias baseadas em dados.

 Qual a importância dos provedores locais?

Os provedores locais, para pessoas que moram nos grandes centros, soa como algo muito distante, uma vez que são massivamente bombardeados com comunicação de grandes empresas de telecomunicações.

No entanto, os pequenos provedores cumprem com o papel de:

  1.       Tornar a internet mais acessível;
  2.       Levar internet e tecnologia para pessoas;
  3.       Estimular o uso de internet em comércios que não eram atendidos devido à lentidão.

Portanto, investir nesse setor proporciona mudanças significativas na forma como pessoas e empresas se relacionam com o mundo. Além de impactar diretamente em áreas como economia e desenvolvimento humano.

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o que é um Chromecast

O que é Chromecast e como começar a usar?

Assistir a séries, filmes e ouvir músicas em plataformas de streaming é a verdadeira sensação do momento. 

Afinal, com apenas alguns cliques é possível ter o seu momento “relax and chill” no qual a necessidade de passar horas baixando arquivos imensos é descartada.

Mas, você sabia que pode espelhar os conteúdos do seu celular na TV? É isso que o Chromecast, uma ferramenta do Google, propõe ao seus usuários. Confira:

O que é Chromecast?

Embora as smart tv’s tenham ganhado muitos adeptos no Brasil, a versatilidade que o Chromecast apresenta para seus usuários vem ganhando fãs e admiradores. 

Lançado em 2013, ele possibilita que qualquer televisão com entrada HDMI seja transformada em smart. Dessa forma, através de WI-FI e aplicativos compatíveis torna-se possível espelhar na TV os conteúdos de streaming acessados no celular.

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Como funciona o Chromecast?

  • Aparência: O Chromecast possui a aparência bem semelhante à de um pendrive, um pouco maior. 
  • Conexão: Todo seu funcionamento acontece através de conexão wi-fi, portanto você não precisa se preocupar em contratar uma franquia maior de dados 3G, por exemplo. 
  • Carregamento: Por se tratar de um aparelho independente, além de conexão HDMI, é preciso conectá-lo a uma forma de energia para que o aparelho funcione. O aparelho pode ser “carregado” por conexão USB com a própria TV, ou até mesmo em tomadas.
  • Ferramentas: Para seu funcionamento, o Chromecast depende de aplicativos de Streaming e smartphones, notebooks ou computadores para transmitir o conteúdo para a TV na qual está conectado.

Como começar a usar?

Agora que você sabe todas as informações sobre o Chromecast, tecnologia que transforma TVs comuns em Smart, que tal começar a usar? Para isso apresentamos um tutorial com o passo a passo de como instalar e configurar a ferramenta. Confira: 

  • Por meio de uma conexão HDMI conecta o Chromecast à sua TV
  • No celular, faça download do Google Home. O App está disponível tanto para Android quanto IOS (IPhone)
  • Quando abrir o aplicativo, ele reconhecerá o Chromecast conectado à rede Wi-Fi. Clique nele e, em seguida, toque na opção "Configurar". Aguarde alguns segundos.
  • Na sua televisão vai aparecer uma imagem mostrando uma combinação de letras e números, clique em "Estou vendo o código" para ir para a próxima etapa.
  • Na tela em que se abrir, coloque o nome do seu Chromecast e conecte-o a uma rede sem fio. Em seguida, seu aparelho estará configurado.

Atenção: Toda vez que for utilizar o aparelho é preciso abrir o aplicativo no celular.

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parasita-streaming

Parasita leva o Oscar. O que isso tem a ver com o streaming?

Depois de 92 anos, a academia de cinema dos EUA concedeu o Oscar de Melhor Filme à um filme estrangeiro, vencendo uma barreira linguística, já que Parasita é um filme sul-coreano e está sendo exibido nos EUA e em vários lugares do mundo, de maneira legendada. Nós do Brasil estamos muito acostumados a assistir filmes estrangeiros com áudio original e legendas, porém, nos EUA e em vários países da Europa, isso não ocorria até bem pouco tempo. Indo profundamente: 

Parasita: uma vitória histórica

No entanto, Parasita ganhou não só Oscar de Melhor Filme, mas também melhor roteiro original e melhor filme estrangeiro, além do diretor Bong Joon-ho levar a estatueta de melhor diretor. Desde os anos 1950 a mesma obra não ganhava o Oscar e a Palma de Ouro de Cannes, outro prêmio conquistado pelo filme. O longa já foi também o primeiro filme de língua estrangeira a vencer a principal categoria da premiação do SAG Awards, entregue pelo Sindicato dos Atores dos EUA — Melhor Elenco de Filme. Levou também, no mesmo mês, o prêmio de melhor filme estrangeiro do Globo de Ouro.

O que isso tem a ver com o streaming?

Este movimento demonstra que a resistência dos americanos em ver filmes em outro idioma está sendo quebrada. E isso vem acontecendo por conta da explosão do streaming. Hoje, filmes de excelente qualidade são vistos por milhões de pessoas em várias plataformas de vídeo sob demanda, sendo os mesmos de diferentes países e línguas.

Antes da explosão do consumo de vídeos em plataformas de streaming, o acesso aos conteúdos ocorria por meio de salas de cinemas e canais lineares, que mantinham o grande circuito dos cinemas e escolhiam muito bem o que exibir no primeiro caso. Os canais de TV, com seu tempo restrito às 24 horas por dia, não davam espaço para conteúdos alternativos, sendo assim, a chance de vermos algo falado em coreano tanto nos cinemas quanto nas TVs era praticamente nula.

O streaming veio para quebrar a barreira de tempo e espaço, permitindo que tenhamos acesso a uma quantidade descomunal de conteúdo inclusive em coreano. Numa mesma plataforma de vídeo podemos encontrar mais de dez bons filmes neste idioma, algo impossível antes da popularização do streaming.

A explosão do streaming pode ser confirmada por alguns institutos de pesquisa. Segundo o eMarketer, para 2022, o número de assinaturas OTT (Over-The-Top) e do serviço de streaming nos EUA chegará a 197,7 milhões. O mercado global de OTT deve alcançar a marca de US$ 332,52 bilhões até 2025 (estudo da Allied Market Research).

Outro indicador do sucesso do streaming e de seu impacto foi a entrada da Disney+ neste mercado nos EUA, com 10 milhões de assinantes já no primeiro dia e uma meta de 60 a 90 milhões de assinantes em todo mundo até 2024. A Disney tem nada menos que Marvel e Pixel em seu portfólio, é dona da Fox e da ESPN, investiu US$ 100 milhões para o lançamento com a série The Mandalorian, do núcleo Star Wars e embora a Disney+ só pretenda chegar à América Latina em 2021, é fato que a empresa marca uma explosão de conteúdo desse tipo para o mundo.

Outro dado interessante é que, somando a produção de conteúdo da Disney+, Apple TV+, Amazon Prime Video e Netflix, estima-se que 800 novas séries de streaming vem sendo produzidas para 2020. Basicamente, estamos falando de uma quantidade de conteúdo que para um consumidor médio assistir levaria cerca de cinco anos. E, nessa conta, nem estamos falando de HBO Max, Peacock da NBCU, Warner, Universal, BBC, Sony, Paramount+ e muitos outros.

O streaming está mudando a forma como o mundo assiste conteúdo audiovisual

Assim, como está mudando a forma de consumir cinema e as premiações de Parasita retoma discussões como as que foram levantadas em 2017, quando Okja, durante o Festival de Cannes de 2017, concorreu à Palma de Ouro. O filme em si era o resultado de uma parceria entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos e foi bastante elogiado, mas a indicação recebeu vaias direcionadas à Netflix que não queria esperar os tradicionais 90 dias para lançar um filme no streaming.

Para alguns cineastas, o streaming ameaça o papel do cinema como diversão coletiva, porém, é inegável o poder de alcance do novo formato. E assim como os aplicativos de transporte, o streaming veio para ficar. Naquele ano, grandes players da academia sugeriam que esses filmes feitos para streaming fossem contemplados com Emmy e não com as premiações do Cinema. Parece que a Academia já está incorporando impactos do streaming.

Parasita é mais uma prova que essa nova forma de assistir conteúdo, o streaming - VoD, não é mais uma tendência, mas a nova realidade de como consumimos entretenimento. Parasita vem para quebrar barreiras de língua e, também, as de conceitos.

E você, o que pensa a respeito do streaming na indústria do audiovisual? Deixe seu comentário abaixo!

Autor: Maurício Almeida, sócio fundador da Watch Brasil