Watch Brasil e UOL Leia + Banca

Saiba mais sobre a parceria da Watch Brasil e Uol Leia+ banca

A Watch Brasil, plataforma de vídeo sob demanda que tem em seu portfólio filmes e séries de grandes estúdios de Hollywood, anuncia com exclusividade sua parceria com a UOL Leia + Banca, um novo serviço que permitirá aos ISPs clientes da startup proverem acesso para seus assinantes a mais de 250 revistas e jornais digitais todos os meses, além do conteúdo de mais de 5500 e-books e 1600 audiobooks.

"Um ISP hoje vende um serviço que é commodities no mercado, a internet. Cada vez mais ele precisa ter atrativos para fidelizar os clientes. Além de ofertar streaming de séries e filmes dos estúdios mais famosos do mundo, agora nosso cliente pode oferecer leitura e atualização ao seu assinante. A novidade chega no momento certo, próximo às férias escolares, sendo uma boa opção para incentivar a leitura, não só de veículos jornalísticos, mas também de conteúdos educativos e de lazer", comenta Maurício Almeida, cofundador da Watch Brasil.

Quer saber mais sobre a parceria da Watch Brasil e Uol Leia+ banca? Então clique aqui e leia na íntegra a matéria da Tela Viva.


A Watch Brasil,

Watch Brasil anuncia, na RTI, crescimento de 150%

A Watch Brasil, plataforma nacional de vídeos sob demanda, registrou um crescimento de 150%. Fundada em outubro de 2018, a companhia foi criada a partir de um investimento de US$ 2,5 milhões da Olive Tree Participações.

Formatada no modelo B2B2C, a empresa saiu de 30 clientes no lançamento para 240 provedores regionais de Internet. Iniciou com 70 mil usuários finais e hoje conta com 400 mil. Atualmente, cresce mensalmente 10% em número de provedores e possui mais de 4500 horas de conteúdo.

Para ler a matéria completa na RTI - Redes Telecom e instalações, clique aqui. 


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Startup Watch Brasil leva serviço de streaming para pequenos provedores de internet

Com o intuito de reunir os grandes lançamentos e séries de Hollywood em um único serviço de streaming, a startup Watch Brasil desenvolveu sua própria plataforma que é vendida por meio de provedores de internet em todo o país.

A empresa, que foi selecionada para participar do programa Scale-Up da Endeavor, entrega conteúdos de diversos estúdios, como Paramount, Sony Pictures e Universal, por meio de uma única assinatura.

O indivíduo não precisa dividir em pequenos pedaços suas contas destinadas para lazer – a Watch Brasil reúne os principais lançamentos dos grandes estúdios de Hollywood. A startup já possui mais de 200 provedores de internet em regiões brasileiras, e acumulou mais de 300 mil assinaturas desde o seu lançamento.

Para ler a matéria completa na Exame, clique aqui.


watch brasil-seac

ANATEL decide que venda de canais lineares pela web não é SEAC, decisão beneficia Watch Brasil

mauricio almeida

Maurício Almeida, sócio-fundador da Watch Brasil, comemora decisão da ANATEL em que venda de canas lineares pela web não é SEAC. Afinal, a empresa já possui um produto pronto para lançar e espera adesão maciça dos ISPs.

Para Almeida, a aplicação da lei do SeAC na internet funcionaria como uma camisa de força, “não se conquista audiência por lei”, ressalta. Ele afirmou que as exigências da norma, especialmente com o must cary (distribuição obrigatória de canais), tornava o preço de entrada do serviço muito alto, o que justifica a fuga de assinantes.

Para entender mais sobre a decisão da Anatel e como isso beneficia a Watch Brasil e seus provedores parceiros, leia a matéria na íntegra clicando aqui.


watch brasil-seac

Parasita leva o Oscar. O que isso tem a ver com o streaming?

Depois de 92 anos, a academia de cinema dos EUA concedeu o Oscar de Melhor Filme à um filme estrangeiro, vencendo uma barreira linguística, já que Parasita é um filme sul-coreano e está sendo exibido nos EUA e em vários lugares do mundo, de maneira legendada. Nós do Brasil estamos muito acostumados a assistir filmes estrangeiros com áudio original e legendas, porém, nos EUA e em vários países da Europa, isso não ocorria até bem pouco tempo. Indo profundamente: 

Parasita: uma vitória histórica

No entanto, Parasita ganhou não só Oscar de Melhor Filme, mas também melhor roteiro original e melhor filme estrangeiro, além do diretor Bong Joon-ho levar a estatueta de melhor diretor. Desde os anos 1950 a mesma obra não ganhava o Oscar e a Palma de Ouro de Cannes, outro prêmio conquistado pelo filme. O longa já foi também o primeiro filme de língua estrangeira a vencer a principal categoria da premiação do SAG Awards, entregue pelo Sindicato dos Atores dos EUA — Melhor Elenco de Filme. Levou também, no mesmo mês, o prêmio de melhor filme estrangeiro do Globo de Ouro.

O que isso tem a ver com o streaming?

Este movimento demonstra que a resistência dos americanos em ver filmes em outro idioma está sendo quebrada. E isso vem acontecendo por conta da explosão do streaming. Hoje, filmes de excelente qualidade são vistos por milhões de pessoas em várias plataformas de vídeo sob demanda, sendo os mesmos de diferentes países e línguas.

Antes da explosão do consumo de vídeos em plataformas de streaming, o acesso aos conteúdos ocorria por meio de salas de cinemas e canais lineares, que mantinham o grande circuito dos cinemas e escolhiam muito bem o que exibir no primeiro caso. Os canais de TV, com seu tempo restrito às 24 horas por dia, não davam espaço para conteúdos alternativos, sendo assim, a chance de vermos algo falado em coreano tanto nos cinemas quanto nas TVs era praticamente nula.

O streaming veio para quebrar a barreira de tempo e espaço, permitindo que tenhamos acesso a uma quantidade descomunal de conteúdo inclusive em coreano. Numa mesma plataforma de vídeo podemos encontrar mais de dez bons filmes neste idioma, algo impossível antes da popularização do streaming.

A explosão do streaming pode ser confirmada por alguns institutos de pesquisa. Segundo o eMarketer, para 2022, o número de assinaturas OTT (Over-The-Top) e do serviço de streaming nos EUA chegará a 197,7 milhões. O mercado global de OTT deve alcançar a marca de US$ 332,52 bilhões até 2025 (estudo da Allied Market Research).

Outro indicador do sucesso do streaming e de seu impacto foi a entrada da Disney+ neste mercado nos EUA, com 10 milhões de assinantes já no primeiro dia e uma meta de 60 a 90 milhões de assinantes em todo mundo até 2024. A Disney tem nada menos que Marvel e Pixel em seu portfólio, é dona da Fox e da ESPN, investiu US$ 100 milhões para o lançamento com a série The Mandalorian, do núcleo Star Wars e embora a Disney+ só pretenda chegar à América Latina em 2021, é fato que a empresa marca uma explosão de conteúdo desse tipo para o mundo.

Outro dado interessante é que, somando a produção de conteúdo da Disney+, Apple TV+, Amazon Prime Video e Netflix, estima-se que 800 novas séries de streaming vem sendo produzidas para 2020. Basicamente, estamos falando de uma quantidade de conteúdo que para um consumidor médio assistir levaria cerca de cinco anos. E, nessa conta, nem estamos falando de HBO Max, Peacock da NBCU, Warner, Universal, BBC, Sony, Paramount+ e muitos outros.

O streaming está mudando a forma como o mundo assiste conteúdo audiovisual

Assim, como está mudando a forma de consumir cinema e as premiações de Parasita retoma discussões como as que foram levantadas em 2017, quando Okja, durante o Festival de Cannes de 2017, concorreu à Palma de Ouro. O filme em si era o resultado de uma parceria entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos e foi bastante elogiado, mas a indicação recebeu vaias direcionadas à Netflix que não queria esperar os tradicionais 90 dias para lançar um filme no streaming.

Para alguns cineastas, o streaming ameaça o papel do cinema como diversão coletiva, porém, é inegável o poder de alcance do novo formato. E assim como os aplicativos de transporte, o streaming veio para ficar. Naquele ano, grandes players da academia sugeriam que esses filmes feitos para streaming fossem contemplados com Emmy e não com as premiações do Cinema. Parece que a Academia já está incorporando impactos do streaming.

Parasita é mais uma prova que essa nova forma de assistir conteúdo, o streaming - VoD, não é mais uma tendência, mas a nova realidade de como consumimos entretenimento. Parasita vem para quebrar barreiras de língua e, também, as de conceitos.

E você, o que pensa a respeito do streaming na indústria do audiovisual? Deixe seu comentário abaixo!

Autor: Maurício Almeida, sócio fundador da Watch Brasil


Streaming

Streamings em 2020 e o declínio da TV paga

O Streaming é mais que uma tendência, é uma realidade com a qual todos precisamos nos adaptar e entender a importância para o mundo contemporâneo. Inclusive alguns modelos de negócio, como a televisão por assinatura, assim como explica Maurício Almeida, sócio-fundador da Watch Brasil, na matéria "Streamings em 2020 e o declínio da TV paga", para o Meio e Mensagem.

"O sucesso do lançamento da Disney+ no mercado de streaming americano, com dez milhões de assinantes já no primeiro dia e uma meta de 60 a 90 milhões de assinantes em todo mundo até 2024, demonstra o grande potencial de crescimento desse mercado mundialmente. Sim, é claro que estamos falando de um estúdio que tem nada menos do que Marvel e Pixel em seu portfólio, é dono da Fox e da ESPN, e investiu US$ 100 milhões para o lançamento com a série The Mandalorian, do núcleo Star Wars.

Embora a Disney+ só pretenda chegar à América Latina em 2021, é fato que a empresa marca uma explosão de conteúdo desse tipo para o mundo. Somando Disney+, Apple TV+, Amazon Prime Video e Netflix, estima-se que 800 novas séries de streaming vêm sendo produzidas para 2020. Basicamente, estamos falando de uma quantidade de conteúdo que, para um consumidor médio assistir, levaria cerca de cinco anos. E, nessa conta, nem estamos falando de HBO Max, Peacock da NBCU, Warner, Universal, BBC, Sony, Paramount+ e muitos outros."

Confira a matéria completa, clicando aqui!


ContentWise

Watch Brasil contrata solução de machine learning para personalizar experiência do usuário

Com os avanços tecnológicos, toda a jornada dos assinantes se transforma em dados. Esses dados podem ser utilizados para fornecer uma experiência ainda melhor para os clientes. E a Watch Brasil está investindo nessa tecnologia, assim como relatado na Decision report, na matéria "Watch Brasil contrata solução de machine learning para personalizar experiência do usuário"

"A solução ContentWise permite personalizar o UX, promover conteúdo hiper direcionado e analisar o desempenho do catálogo de conteúdo.

A Watch Brasil, plataforma de vídeo sob demanda para o mercado brasileiro, e a ContentWise, fornecedora global de software de automação e personalização de experiência digital para operadoras e plataformas de vídeo, assinaram um contrato para integrar à plataforma da Watch Brasil recursos de personalização de experiência do usuário baseados em machine learning."

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entrevista-watch

Entrevista com Maurício Almeida — sócio-fundador da Watch Brasil

Confira a entrevista do nosso sócio-fundador, Maurício Almeida, para a Panorama Mercantil.

"A Watch Brasil é um marketplace agregador de conteúdos e que oferece os aplicativos Noggin (da Viacom) e conteúdos exclusivos da Awesomeness TV e proporciona aos provedores de internet (ISPs) soluções em SVOD (Subscribed Video on Demand), TVOD (Transational Video on Demand) entre outros.

A solução oferece catálogos de vídeos de estúdios de Hollywood e trabalha com tecnologia de ponta (tem Akamai e Kaltura como parceiros tecnológicos) e análise de dados (Big Data e Business Analytics) para prover conteúdo aos assinantes."

Confira a entrevista na completa, clicando aqui!


séries da Awesomene

Watch Brasil terá exclusividade no país das séries da Awesomenes, da Viacom

A Watch Brasil é o única plataforma de Streaming a trazer séries da Awesomenes para o Brasil. Como relata a matéria "Watch Brasil terá exclusividade no país das séries da Awesomenes, da Viacom" da Ponto ISP.

"Completando um ano de atividades, a empresa de streaming Watch Brasil atende atualmente cerca de 150 provedores regionais com conteúdo de entretenimento que permite aos ISPs terem ofertas triple play para seus clientes. Somados, são 150 mil assinantes. Agora, a empresa dá um novo passo ao conquistar a exclusividade no Brasil as séries da Awesomenes, empresa global de mídia multiplataformas que foi integrada à Viacom Digital Studios."

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awesomenes

Chegam ao Brasil conteúdos para Geração Z da Awesomeness

Na Watch Brasil é possível ter acesso a conteúdos exclusivos da Awesomeness. Como mostra a matéria "Chegam ao Brasil conteúdos para Geração Z da Awesomeness", no Portal de notícias R7.

"Chega ao Brasil, por meio da plataforma de vídeo sob demanda Watch Brasil, as famosas séries para geração Z da ‘Awesomeness’, empresa global de mídia multiplataformas. A ‘Awesomenes’s foi adquirida pela Viacom em 2018 e integrada por completo à Viacom Digital Studios. Em seus estúdios, a empresa cria conteúdos com temáticas sobre a geração conhecida como Z, nascida entre meados dos anos 90 até o início de 2010, tais como os riscos de exposição da era digital, dificuldades de relacionamentos entre jovens, medos e superações, celebridades e influenciadores.

“Desde a aquisição da ‘Awesomeness’ aguardamos ansiosos pelo momento de ter as séries mais badaladas da Geração Z em nosso portifólio. A Watch Brasil é uma opção de grande sinergia com esse público, que tem interesse crescente por streaming.  É uma geração que já nasceu na era digital e com a mentalidade de consumir conteúdo onde querem e como querem”, afirma Rogério Francis, vice-presidente de Afiliados da Viacom Brasil."

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